E s s e   C o n t a r i u s   a t l a n t e   s e   t o r n o u   u m   h e r  i .   A s s i m   c o m o   u m   C o n t a r i u s   n o r m a l ,   e l e      f o r t e   c o n t r a   a r q u e i r o s   e   f r a c o   c o n t r a   i n f a n t a r i a ;   m a s ,   c o m o   u m   h e r  i ,   e l e      m u i t o   m a i s   e f e t i v o   c o n t r a   u n i d a d e s   m i t o l  g i c a s .   T o d o s   o s   h e r  i s   p o d e m   p e g a r   r e l  q u i a s . 
 
 
 
 O s   p r i m e i r o s   s o l d a d o s   a t l a n t e s   a d e s t r a r a m   e   c a v a l g a v a m   n o s   c a v a l o s   s e l v a g e n s   q u e   v a g a v a m   p e l a   i l h a .   E s s e s   s o l d a d o s   m o n t a d o s   o b t i v e r a m   m u i t o    x i t o   n a s   p r i m e i r a s   c o n q u i s t a s   d e   A t l  n t i d a .   M a s ,      m e d i d a   q u e   A t l  n t i d a   c r e s c e u ,   f a z e n d a s   t o m a r a m   c o n t a   d o   e r m o   e   p a s t o s   s e   t o r n a r a m   e s c a s s o s .   C a v a l a r i a   d e s a p a r e c e u   t o t a l m e n t e   d a s   t  t i c a s   a t l a n t e s .   A p e n a s   u m a   e l i t e   u s a v a   c a v a l o s   e m   c o m b a t e .   G e n e r a i s   a t l a n t e s   d e r r o t a d o s   e n t r e g a v a m   s e u s   c a v a l o s   p r e c i o s o s   c o m o   u m   s i n a l   d e   d e r r o t a . 
 
 